sexta-feira, 10 de setembro de 2010

MADE IN BRAZIL : Pesquisa inédita revela que executivos brasileiros estão mais preparados para o mercado internacional

NOTA

Pesquisa pioneira no país revelou que os executivos formados no Brasil apresentam seu desempenho superior aos demais profissionais de outros países. Foi intrevistado mais de 6 mil pessoas em todo o mundo, é resultado de uma parceria entre a Fundação Instituto de Adminstração e Thunderbird Global School of Management, com sede nos Estados Unidos.
Os resultados são baseados em avaliações de perfis profissionais que lideram equipes regionais e globais e levou em consideração caracteristicas intelectuais, sociais e psicológicos.
Programas de MBA são importantes pra os profissionais qye almejam uma carreira em empresas de expressão mundial.
Segundo o pesquisador Alfredo Behrens da Fia, o diagnóstico permite demonstrar o excelente nivel dos brasileiros no cenário mundial. Os representantes do pais no estudo mostraram ter grande capacidade de integração social, é extremamente necessário para lideres regionais e globais.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

AMBEV : CRIAÇÃO DE UM GIGANTE BRASILEIRO

Por volta da decáda de 90,  ocorreram muitas incertezas em uma das maiores empresas corporativas do Brasil, que fabricavam bebidas, conhecidas como Brahma e a Antarctica.
O par era formado por Marcel Hermann Telles ( presidente da Cervejaria Brahma) e Victorio de Marchi ( diretor- executivo da Antarctica Paulista), se unirão para assuntos debatidos publicamente para futuras fusões resultando em (American Beverage Company), resumidamente chamado como Ambev.
Alguns numeros para demonstrar o tamanho da organização que estava prestes a se formar, contaria com vendas combinadas de US$ 8,4 bilhões, impedindo o crescimento de seus concorrentes domésticos, reivindicando 70% do mercado brasileiro de cervejas e quase 40% de todo o mercado nacional de bebidas.
A mão-de-obra combinada compreendia 17.000 funcionários, 50 fábricas produziam 8,9 milhões de litros de cerveja por ano. A linha de produtos não era menos impressionante, constituido de 37 marcas de cerveja, 40 marcas de refrigerantes, 7 marcas de água mineral, 7 variedades de sucos naturais, 8 bebidas isotônicas esportivas e 10 diferentes tipos de chá.
A idéia partiu através de um debate que ocorria em maio de 1999, onde Telles e De Marchi, se encontravam para discutirem sobre a globalização e questões econômicas e politicas, que desafiaram as empresas brasileiras. Contrataram dois executivos para que mantessem em segredo o projeto chamado de " Projeto dos Sonhos", que seriam um gerente jovem e agressivo e um executivo mais velho porem mais razoavel e mais conservador para representa-los na equipe.
O objetivo era equilibrar ousadia e experência e, após 40 dias, a equipe conjunta chegou a um acordo, e o plano da fusão se tornou público.
O governo, porém, ainda consciente da forte oposição à fusão, moveu-se com cuidado. O CADE, órgão brasileiro de regulamentação antitruste, analisou atenciosamente a fusão proposta por um periodo de quase 10 meses, nesse tempo Telles e De Marchi teriam que administrar separadamente sua empresa, enquanto juntos defendiam seu caso perante o CADE.

O CONTEXTO BRASILEIRO 

Depois de quatro décadas de restrições nas importações, a economia brasileira passou por um processo de liberação rápida no começo dos anos 90.
Muitas barreiras de importação foram quebradas iniciando o maior processo de privatização do mundo. Sendo assim, as empresas brasileiras tiveram que enfrentar os concorrentes internacionais que tinham tecnologia superior, maior economia por escala, acesso a capitais mais baratos e sistemas gerenciais mais eficientes, não foi surpresa nessa algumas empresas brasileiras não saberem se adequarem aquela situação e tiveram que fechar as portas.

OS PRINCIPAIS PARTICIPANTES

Brahma - Parceiro Dominante

Fundada em 1888 no Rio de Janeiro pelo suiço Joseph Villiger, a Cervejaria Brahma cresceu muito no mercado brasileiro por quase um século. Em 1989, a Brahma foi adquirida por um grupo de investidores liderados por Jorge Paulo Lehmann, transformando a organização e adotando um novo conjunto de valores baseados em meritocracia competitiva e em um foco quase obsessivo em desempenho.
Nos anos seguintes à aquisição, a Brahma tornou-se uma empresa agressiva e empreendedora, marcada internamente por uma cultura informal. Os niveis de produtividade subiram de 1.200 para 8.700 hectolitros por funcionário, batendo todos os recordes do setor.

Antarctica - O Parceiro



Fundada em 1885, por um grupo de amigos de São Paulo, a Companhia Antarctica Paulista permaneceu como uma empresa altamente conservadora, uma antítese cultural.
Desde o inicio dos anos 90, a empresa vinha perdendo participação no mercado, sua resposta foi buscar aliança com a empresa Anheuser- Busch, com o intuito de aumentar a participação acionária do norte- americano na empresa brasileira.
Ocorreu uma grave turbulencia economia que abalou o Brasil, ocorrendo a desvalorização da moeda, forçando o parceiro a desfazer a relação.






Kaiser - A Jovem



Lançada em 1982 como um empreendimento colaborativo entre diversas franquias da Coca-Cola, a cervejaria cresceu até se tornar a maior concorrente da Ambev no mercado brasileiro.
Os fundadores criaram a cervejarias Kaiser para capitalizar em uma oportunidade percebida para alavancar sua rede de distribuição de refrigerantes já existentes para vender, desenvolver e comercializar uma nova marca de cerveja.
Em 1990, a Kaiser juntou-se com a Heineken, trazendo para o Brasil a tecnologia que tinha dado à empresa holandesa o segundo lugar na lista global de cervejarias. Isso permitiu à Kaiser oferecer uma cerveja com o mesmo sabor especial encontrado em suas equivalentes proeminentes e populares na Europa.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

OPAPEL DO PROFISSIONAL E O FUTURO PARA AS ORGANIZAÇÕES DAS FERRAMENTAS DE MARKETING E COMUNICAÇÃO

NOTA



Que a comunicação é a base do conhecimento já há certo consenso. Sem os recursos que a comunicação oferece, toda informação, toda a descoberta e a integração entre os seres humanos seriam perdidas e, claro, voltaríamos aos tempos da compreensão por grunhidos. Só por esta razão, a comunicação torna-se cada vez mais essencial.
O que me parece desconfortável, sob a luz desta reflexão, é a questão da era em que as empresas se situam quando o assunto é a comunicação. Agrava-se, quando o assunto assume uma perspectiva para a comunicação integrada de marketing.
Pois bem, o fato de que a grande maioria das empresas deixa de explorar todo o potencial de marketing, debilitando os seus diferenciais de marca e a consequente contribuição para o aumento de receitas e resultados, é sintomático e, no mínimo, preocupante.
Os habituais descompassos entre um discurso institucional e de produto, entre a área financeira e a área comercial, entre os seus diversos públicos (leia-se colaboradores, consumidores, imprensa, comunidade, governos, etc.) comprometem, sobremaneira, as organizações e, por consequência, os seus executivos. Por que isso ocorre com tamanha frequência?
São várias causas possíveis e, muitas delas, recorrentes. Por um lado, a organização pouco se volta ao mercado, o marketing não assume a condição de influência na alta gerência e suas opiniões pouco são consideradas, seja por desconhecimento da alta direção, seja por pouca participação nos planos estratégicos das empresas, funções desempenhadas por outras áreas como finanças, administração e produção. Em casos mais comuns e, curiosamente mais corriqueiros, o marketing, quando muito, participa com pouca influência na gestão do portfólio, na sua criação, nas escolhas e na definição das características dos produtos.
Como agravante, existe a percepção de que os gestores de marketing são ótimos técnicos e não são vistos como participantes do pensamento estratégico, sofrendo, estes profissionais, de falta de credibilidade (ainda mais se considerarmos o ROI – Return On Investment ou Retorno Sobre Investimentos, como fator de capacidade gerencial). Aos demais setores, falta a sensibilidade para a recepção de novas ideias e para a relativização da importância da marca. Branding para estas organizações é um conjunto de atividades importantes, mas apenas no papel, sem aplicação prática.

Baseada nestas constatações, a comunicação, nestes casos, é apenas a atividade de transmissão das vontades de grupos pouco afeitos aos interesses institucionais, numa clara falta de visão corporativa, e onde esses interesses assumem um ar individualista.
Parece que a vida corporativa dos profissionais de marketing e comunicação não tem solução, e a empresa está condenada ao fracasso. Não, óbvio que não.
Aliás, não temos tendências a sermos arautos do apocalipse. O que se pretende, nesse caso, é alertar para a importância de um programa de comunicação integrada que se desenvolva a partir das demandas de mercado e que se estabeleça pela visão estratégica e de áreas estratégicas. Assim, assumem importância fundamental as áreas de relacionamento com os diversos públicos e, principalmente, com os consumidores.

Como iniciar o fortalecimento de uma estrutura baseada em visão mercadológica? O primeiro ponto é estabelecer os objetivos organizacionais e instituir ferramentas e tecnologias de marketing para implantação. O sistema de informações de mercado e inteligência estratégica tem papel relevante nesta fase, pois contribui decisivamente para a criação de percepções positivas e para o discernimento para a carteira e sinergias da empresa em suas diversas esferas decisórias.
Conhecer o mercado e a estratégia organizacional são as bases fundamentais para definir o que se pretende, como se pretende, quando e onde se pretende comunicar. A mensagem é parte importante, mas a forma é primordial, bem como a unicidade dos discursos entre todas as áreas. A organização, a empresa, é única em posicionamento. Por esse caminho de fortalecimento institucional e de marca, passam questões de cultura organizacional, de transformação da antiga orientação para o produto e para os custos visando uma nova orientação para o mercado, para os clientes. A comunicação integrada de marketing, com base nas diversas ferramentas, sejam elas tradicionais como relações públicas, propaganda, comunicação interna, ou as novas mídias, como Internet, redes sociais, web marketing, pode garantir a eliminação das dissonâncias cognitivas e substanciar o fortalecimento da marca. Pode-se, portanto, começar com a valorização dos profissionais das áreas de marketing e comunicação. Mas não se pode esquecer que marketing não é apenas o departamento nem a atividade deste departamento. Marketing é uma filosofia empresarial, uma cultura que deve ser incorporada por todos os departamentos da organização. É um estado de espírito organizacional que cria diferenciais competitivos, que preserva organizações, que ganha mercados e perpetua marcas. Saber comunicar é sair da idade dos grunhidos e entrar na era da interação, diferenciando a organização de seus concorrentes e diferenciando os seus executivos dos tecnicismos burocráticos que emperram a evolução.

FONTE: http://carreiraenegocios.uol.com.br/gestao-motivacao/21/artigo171420-2.asp










ADMINSTRAÇÃO ESTRATÉGICA

O que é Administração Estratégica?

É um termo mais amplo que abrange não somente a administração dos estágios já identificados, mas também os estágios iniciais de determinação da missão e os objetivos da organização, em seu ambiente externo e interno. A organização nese ponto deverá realizar as tarefas a seguir:


- Analisar oportunidades e ameaças aqueles que existe no ambiente externo;
- Analisar seus pontos fortes e fracos no seu ambiente interno;
- Estabelecer a missão organizacional e os objetivos gerais;
- Formular estratégias em todos os niveis, que permitam á organização combinar seus pontos fracos/fortes com as oportunidades e ameaças;
- Implementar as estratégias;
- Realizar atividades de controle estratégico para assegurar que os objetivos estarão sendo atingidos.


Cada estágio do processo de administração estratégica dever ser considerado em conjunção com os demais porque uma mudança em um ponto qualquer afetará outros estágios do processo.

Administração Estratégica: Um Processo Contínuo

Uma vez que a estratégia seja implementada, frequentemente irá requerer modificações á medida que as condições ambientais ou organizacionais modificam-se. Essas mudanças são sempre dificeis, ou mesmo impossivel de prever.
Consequentemente uma estratégia pretendida ( adminstração que a organização planejou) difere da estratégia realizada ( a organização implementou na realidade), a razão disso é que ocorrem eventos ambientais e organizacionais não previstos que provocam mudanças na estratégia pretendida.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

LATINHA É MATERIAL MAIS RECICLADO NO PAÍS

NOTA





A pesquisa Indicadores de Desenvolvimento Sustentável (IDS) 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada ontem, constatou que 91,5% das latinhas de alumínios são recolhidas para reciclagem.
Bem atrás, estão as embalagens PET (54,8%), o vidro (47%), as latas de aço (46,5%) e o papel (43,7%). A reciclagem das embalagens de leite longa vida e de sucos estão em último lugar (26,6%). Esse tipo de material começou a ser reciclado nos últimos dez anos e está em processo de crescimento.
A reciclagem do alumínio, que no Brasil é uma das maiores do mundo, acima dos Estados Unidos (54,2%) e Japão (87,3%), caiu em 2008 em relação a 2007, quando o índice atingiu o pico de 96,5%. Apesar da diminuição, o percentual ainda é alto e reflete o valor de mercado da sucata de alumínio, uma das mais bem pagas pelo mercado.

De acordo com a Associação Brasileira do Alumiínio (Abal) 1 tonelada de latinhas (1 quilo equivale a 75 latinhas) custava R$ 2,780 mil na segunda semana de agosto. "É por conta disto que o papel, o vidro, a resina PET, as latas de aço, as embalagem longa vida, de mais baixo valor no mercado, apresentam índices de reciclagem bem menores", diz o documento. Um dos responsáveis pela pesquisa, Judicael Clevelario acrescenta a que a separação de materiais ainda é associada à imagem do catador, normalmente uma pessoa pobre ou desempregada, e não foi incorporada na rotina do brasileiro.

Para os próximos anos, a avaliação é de que com o estabelecimento de preços mínimos para os materiais, além do avanços das leis ambientais, da educação e da coleta seletiva, o percentual de reciclagem possa aumentar para todos os materiais. Como fator de estímulo à prática, a pesquisa destaca que a reciclagem reduz o consumo de energia e a extração de matérias-primas, evitando a emissão de mais gases de efeito estufa. As embalagens Tetra Park (empresa de processamento e envase de alimentos), em especial, diminuem a emissão de ozônio, porque dispensam refrigeração.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/latinha-e-material-mais-reciclado-do-pais-02092010-5.shl

EMPREENDEDORISMO

HISTÓRICO

Mundo

Um dos primeiros autores a demostrar interesse foi Max Weber ( 1930), visualizava os empreendedores como inovadores, pessoas independentes cujo papel de liderança de negócios inferia uma fonte de autoridade formal.
O Mc Clelland ( 1971-1972),  destacou  o papel dos homens de negócios na sociedade e suas contribuições para o desenvolvimento econômico. " O empreendedor é alguém que exerce controle sobre uma produção que não seja só para o seu consumo pessoal" .

Brasil

No Brasil, o empreendedor começou a ganhar força na década de 1990, com a abertura da economia. Com a entrada de produtos importados, ajudou a ajustar os preços, mas alguns setores tiveram dificuldade para se adequarem e competirem com os importados. Para que todas as empresas pudessem competir  no mercado precisou-se de uma mudança no País com a ajuda do governo, assim poderiam ajustar a economia para ganhar estabilidade, planejamento e respeito.

PADRÕES BÁSICOS DE EMPREENDEDOR

- EMPREENDEDOR ARTESÃO









O empreendedor artesão, tem basicamente um conhecimento técnico do trabalho, conhecimento básico de gestão de negócios e habilidades técnicas. Porém tem uma dificuldade em se comunicar bem aos seus clientes, avaliar o mercado,gerir o négocio e a sua tomada de decisão se caracteriza por ser de curto prazo, não planejando seu futuro.
Ex: Mecânico, Açougue, Lanchonete, Cabelereiro, Mercado, etc...

- EMPREENDEDOR OPORTUNISTA










O empreendedor oportunista é aquele que tem educação técnica, suplementada por uma formação acadêmica ou técnica,  busca sempre novas alternativas de estudos para se atualizar e aprender.
Na situação da empresa, consegue delegar funções, busca sempre planejar o futuro, foca nas estratégia de marketing, planeja o proprio crescimento.


TIPOS DE EMPREENDEDOR

- EMPREENDEDOR COORPORATIVO / INTERNO









É o processo pelo qual um indivíduo ou um grupo de pessoas, associados a uma organização, planejam, desenvolve e criam uma nova organização, inovando ou renovando a organização, ocorrendo significativas mudanças no negócio ou na estrutura coorporativa.
Os fatores fundamentais no processo coorporativos são: oportunidade,  os recursos que a organização dispõe para explorar as oportunidades e as pessoas que são a equipe disponivel para ir em busca das oportunidades.

- EMPREENDEDOR SOCIAL










A principal caractéristica do empreendedorismo social é a relação entre comunidade, governo e setor privado, tomando base o modelo de parcerias. O empreendedorismo social para ser bem-sucedido precisa das seguintes ações: preservação das culturas locais; introdução e prática de novas formas de inserção social; incentivo à adoção de comportamentos responsáveis e éticos; e autogeração de renda e emprego.
Os empreendedores sociais buscam soluções inovadoras para os problemas sociais existentes e potenciais,
suas idéias e inovações são adicionadas à metodologia utilizada na busca de soluções para os problemas sociais, objeto das ações de empreendedorismo.

- EMPREENDEDORISMO START-UP









 O empreendedor Start- Up , procura trabalhar com potenciais empreendedores e empresas inovadoras em estágio inicial de desenvolvimento, através de treinamentos, palestras e consultorias relacionadas ao empreendedorismo, plano de negócios, inovação e capital de risco.
A maneira de administrar é mais importante do que a de produzir, pois a empresa ainda carece de uma estruturação, de criação de cultura e parâmetros organizacionais para se posicionar no mercado, definir sua estratégia.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Os Conceitos dos 4 P's

A sociedade vive um sistema capitalista, onde predomina a economia de mercado, nas quais estão inseridas, familias, empresas, governo, entre outras organizações.
Podemos dizer, que em cada organização há um habito ou um desejo de consumir um produto ou solicitar um serviço, sendo assim, as empresas visualizam essa oportunidade para poder obter lucros,sempre procurando criar e desenvolver novos produtos para atender a necessidade dos clientes.
Afim de atender essas demandas, elaborou-se um modelo de gestão dentro do marketing, conhecido como mix de marketing. Esse modelo podemos chamar de 4 P's, que é constituido pelo Preço, Produto, Ponto ou Praça e Promoção.
No mercado há muita competitividade, o consumidor acaba tendo a total liberdade para tomar suas decisões, interferindo de uma maneira com que as empresa desevolvam uma melhor estrategia para atender essa demanda sendo ela postiva ou negativa.

PRODUTO







Produto é algo que pode ser oferecido a um mercado para satisfazer uma necessidade ou um desejo, podendo ser tangiveis ( produtos onde podem ser tocados) ou não-tangiveis ( sao prestaçao de serviços, ou seja, nao podem ser tocados), para organizações e para consumidores.
As empresas ainda podem utilizar sinais, simbolos, marcas para se identificarem e se diferenciarem dos concorrentes.
Muitas vezes as empresas que possuim mais de um produto ou uma linhagem de produtos, podemos dizer que sempre havera um carro-chefe, que é aquele produto que é mais consumido.

PREÇO









O preço é o valor monetário expresso numericamente associado a uma mercadoria, serviço ou patrimônio.
Nas empresas o preço esta veiculado como a forma de a empresa receber em troca daquilo que a mesma prestou serviço ou vendeu um produto, para beneficiar seus consumidores.
Existem diversar variaveis que os consumidores avaliam o preço antes de adquirir um produto ou serviço, sao elas : qualidade, quantidade, garantia, assistencia tecnica, serviços, funções, etc...
Para determinar o preço com exatidão existem 4 fatores, são eles: Objetivo, custo, demanda e concorrência.

PRAÇA OU PONTO









Após o produto ser produzido e ter o seu preço definido é necessario expor esse produto em um ponto de venda ou PDV.
A praça ou ponto é essencial e tem uma importante papel para o marketing, pois sem o ponto ou praça não há como fazer a distribuição dos produtos para os consumidores ou organizações terem acesso.
Para que os produtos chegam ao consumidores final, os mesmos, passam por um elo de cadeia de distribuição, ou seja, revendedores, transportadores, armazens, fazendo a ligação entre a empresa e o consumidor.
Os produtos podem ser exposto atraves de forma permanente ou promocional, ou seja, ou o produto fica exposto durante um tempo ilimitado ou o produto tem seu tempo limitado ocorrendo maior rotatividade do mesmo, nesses casos, ocorre maior visibilidade e possibilidade de adquiri o produto.

PROMOÇÃO










Promoção é a comunicação de quem vende e de quem compra algo, ou seja, fazer com que os consumidores não se atente somente ao ato de compra e sim que seja seduzido por adquirir aquele produto, satisfazendo as suas necessidades, maximizando o lucro da empresa.
A empresa muitas vezes, utiliza as estrategias para promover algum produto que nao esta tendo muita saida no mercado, como por exemplo a publicidade, a progaganda, vendas por telefone, vendas boca a boca, promoção de vendas, etc...
Os 4 p's ou chamado de mix de marketing, sao inter-relacionados, pois servem para cada empresa focar em seus objetivos de produzir, pré estabeler preços, pré determinar o ponto de venda e promover seus produtos.